MeniniceO vento presente
A terra é diversão
O balanço de corrente
Pés descalços no chão
Uma folha que vôa
Um sorriso com brilho especial
Sentimento que Deus abençôa
Cedo ou tarde pega em todo mortal
Nascem risinhos
Florescem bochechas avermelhadas
No espelho o treinar de biquinhos
Fitas e escova jamais descansadas
A Lua então é vista
E o mundo tomando cor
A distração dá aos pais a pista
Que está a brotar o amor
Primeiro pelo que é bonito
Com o tempo pelo que traz flores
Sente que será infinito
...Recordações de seus amores
Um ato tão rápido
Jamais esquecido
Tão desejado
Espera-se ter valido
Uma marca escarlate
Parâmetro pros futuros
Conhece o poder do chocolate
E a capacidade de pular muros
A passagem do descobrimento
Causa nos pais tormento
Sem bloquear um sentimento
Assumem a textura do cimento
O momento inesquecível
Que faz nascer a vaidade
Um toque irresistível
Primeiro beijo, agora realidade
Nuvens e distração
No compasso do coração
A terra longe, entende
O vento sempre presente
Bonecas tornam-se enfeites
Gestos, meros deleites
Criança, menina, mulher
quer, não quer, quer
Nada mais encantado
Que o riso de uma menina mulher.
4 comentários:
Parabens!!Aline está muito bom!!adoro os seus poemas e desejo-te sucesso e fico a aguardar que escrevas mais um.
bjs!!
Hummmm, muito lindo sim, meigo como a ti, de simples palavras mostra uma evolução da ingenuidade infantil até chegar ao presente mulher, mas sem deixar os traços de outrora, esquecidos. Gostei muito, muito!
Beijão! minha amiga poeteira!rs
Fico impressionada com a maturidade dos seus poemas (inclusive maturidade para falar de nada mais nada menos que uma menina a crescer!)
São uma graça e muito leves, gostosos mesmo de ler!
Bjus!
Ai que alegria....pessoas tão importantes para mim me apoiarem e gostarem...a todos meu obrigado...é só o q importa ^^.
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