segunda-feira, 9 de março de 2009

AO BRINCAR DE JUIZ


AO BRINCAR DE JUIZ

Quando for brincar de sábio juiz
Lembre-se que nem todos os crimes têm o mesmo peso...
Não engavete qualquer prova de seu amor
Um dia, perante o supremo Promotor,
Verá a verdade em minhas humildes linhas
Verá que minh’alma suplica por um harbea corpus...
Verá que nenhum advogado poderá,
Minh’alma libertar...
Acredite “sábio” juiz, ela a ti já pertenceu
E por séculos e séculos, pertencerá...
A partir do momento em que cometi o grande crime
Nunca mais me redimi,
Só espero que a Lei Maior, o Juízo Final
Seja justo como tal...
A você e à minha pobre alma,
Deixo um tchau.
 


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